CIDADES DOS EUA CONSOMEM ÁGUA
COM COMPONENTES QUÍMICOS
MESMO DEPOIS DE TRATADA
Livro editado no Brasil, recentemente aprovado pelo MINC,
indica que o mesmo pode estar ocorrendo em nosso país
Finalmente, o Ministério Da Cultura, através da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura, acatou e julgou procedente o recurso que pedia a liberação do livro Bosta Lavada, de J.Alves. A decisão veio em boa hora, pois algumas notícias ligadas ao caso tratado no livro em questão, surgem no momento. No dia 10 do corrente, por exemplo, a agência de notícias Associated Press publicou pesquisa (reproduzida no Brasil pelo jornal O Estado de S.Paulo), informando que o U.S. Environmental Protection Agency revelou que em cinco, das maiores cidades norte-americanas, a população vem consumindo água com componentes químicos, mesmo depois de tratada, na sua maioria, oriundos de medicamentos de uso controlado, tais como antidepressivos, anticonvulsivos, etc. É o que afirma seu administrador, o senhor Benjamin H. Grumbles (leia no link, a seguir): http://hosted.ap.org/dynamic/stories/P/PHARMAWATER_I?SITE=ORLAG&SECTION=HOME&TEMPLATE=DEFAULT
Quando a proposta do projeto BL foi levada ao MINC, inicialmente não foi compreendida pela Assessoria Técnica do CNIC, que havia classificado a mesma como sendo "de conteúdo científico". Agora, após nova análise, tudo está esclarecido. Trata-se, na verdade, de literatura que absorve conhecimentos, produzidos nas universidades brasileiras. Numa das passagens dessa novela visionária, o esgoto sanitário de um hospital geral é analisado, encontrando-se ali diversos agentes de contaminação, dentre eles partículas de medicamentos. No desenrolar da trama, é aplicado um tratamento natural, bem diferente dos métodos tradicionais de reaproveitamento da água. Na cidade de São Paulo, por exemplo, todo esgoto urbano depois de tratado, desde há muito é jogado no leito do Rio Tietê, ao contrário do que propõem os dois personagens principais do livro.
O livro em questão conta à trajetória de dois cidadãos brasileiros, caminhando para o ocaso de suas vidas, ambos aposentados. O mais culto deles sofria com sonhos noturnos recorrentes - sempre ambientados em banheiros públicos, e acompanhado de grande sofrimento. Resolveu estudar, através da literatura antiga, o tratamento dado ao esgoto sanitário, encontrando ai a fonte de grandes males da humanidade. O segundo, nem tão culto (muito simples, por sinal) acabou inventando uma máquina capaz de "desconstruir" os dejetos humanos. Juntos, os dois criaram um projeto que consistia em canalizar para o semi-árido brasileiro todo o esgoto, produzido nos grandes centros. Como resultado, eles esperam que seja encontrada a solução para os grandes males em que vive a sociedade moderna.
Com a recente aprovação do projeto pelo MINC, os editores voltaram a contatar patrocinadores, o que permitirá a distribuição, gratuita, do livro para Bibliotecas e Universidades, em escala Nacional, fomentando a discussão sobre todos os temas ligados ao assunto. No momento, está sendo providenciada uma Edição Especial, cujo objetivo é atender à demanda inicial.
Para mais informações e/ou entrevistas, entrar em contato com Suely Pinheiro
Tel: 3104-8968 (SP) ou E-mail: spinheiro.jornalista@uol.com.br
Os interessados podem entrar em contato, através do endereço na Internet:
http://valedam.sites.uol.com.br
, onde poderão obter mais informações sobre como adquirir um exemplar.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
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